Resumo:
RESUMO : Avaliar ingestão de cafeína de fontes alimentares e não alimentares em praticantes de musculação. Métodos: Pesquisa descritiva e quantitativa, com amostra não probabilística composta por praticantes de musculação em academias. A coleta de dados foi realizada mediante avaliação nutricional e aplicação de dois questionários: um sobre frequência de consumo de cafeína e outro sobre percepção corporal no desempenho físico. O questionário descreveu o consumo de cafeína via alimentação, suplementação e medicação, incluindo questões de múltipla escolha sobre treinamento físico e desempenho esportivo. Resultados: Entre os 100 participantes que utilizavam cafeína nas academias, 80% apresentaram bom condicionamento físico durante atividades anaeróbicas de alta intensidade e curta duração. Quanto às dosagens, observou-se que os homens consumiam mais cafeína por meio da alimentação (200 mg/dia), enquanto as mulheres consumiam mais cafeína de fontes não alimentares (150 mg/dia). A principal fonte alimentar foi o café tradicional (86%), e entre as não alimentares, os medicamentos (83%). Conclusão: A cafeína, proveniente de fontes alimentares ou suplementares, impacta positivamente no desempenho físico, sendo uma estratégia eficiente para praticantes de musculação. Palavras-chave: Cafeína, Desempenho atlético, Substâncias para melhoria do desempenho.