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<title>Bacharelado em Nutrição</title>
<link>https://web.unifsa.com.br/xmlui/handle/123456789/7</link>
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<pubDate>Tue, 21 Apr 2026 21:09:47 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-04-21T21:09:47Z</dc:date>
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<title>Dietas vegetarianas e microbiota intestinal:</title>
<link>https://web.unifsa.com.br/xmlui/handle/123456789/123</link>
<description>Dietas vegetarianas e microbiota intestinal:
CARVALHO, Ágata Beatriz Magalhães
RESUMO: Dietas vegetarianas tem sido associadas a efeitos beneficos na saude e na&#13;
composicao da microbiota intestinal, cujo perfil influencia funcoes digestivas, imunologicas emetabolicas. Dietas abundantes em fibras, prebioticos e antioxidantes, como as encontradas frequentemente em padroes alimentares vegetarianos, promovem o aumento do numero de bacterias beneficas, enquanto dietas abundante em gorduras e proteinas animais contribuem para o desenvolvimento de populacoes bacterianas potencialmente prejudiciais. Objetivo Geral: Revisar a literatura existente sobre os efeitos das dietas vegetarianas na composicao microbiana intestinal e seus impactos na saude humana. Metodologia: Realizou-se uma revisao integrativa com buscas nos repositorios cientificos virtuais, PubMed e BVS, selecionando nove estudos publicados entre 2016 a maio de 2025. Resultados e Discussão: Houve uma maior riqueza de bacterias beneficas em vegetarianos, como: Faecalibacterium prausnitzii e Roseburia spp., associadas a producao de acidos graxos de cadeia curta (AGCC) e a melhores marcadores metabolicos e inflamatorios. Contudo, as variacoes na diversidade&#13;
microbiana observadas em algumas das pesquisas analisadas foram pequenas, afetadas&#13;
substancialmente por aspectos como estilo de vida e a ingestao nutricional individual.&#13;
Conclusão: Conclui-se que dietas vegetarianas favorecem a saude intestinal e possuem&#13;
capacidade de contribuir na prevencao de doencas cronicas nao transmissiveis. Entretanto, são necessarias pesquisas mais amplas, longitudinais e com metodologias padronizadas a fim de validar esses achados e compreender melhor os mecanismos envolvidos, de modo a aprimorar o conhecimento cientifico e fundamentar a adesao de padroes dieteticos mais saudaveis e ecologicos. Palavras-Chave: Dieta vegana. Dieta vegetariana. Microbiota intestinal. Microbioma intestinal. Flora intestinal. ABSTRACT: Vegetarian diets have been associated with beneficial effects on health and the&#13;
composition of the intestinal microbiota, the profile of which influences digestive,&#13;
immunological, and metabolic functions. Diets abundant in fiber, prebiotics, and antioxidants, such as those frequently found in vegetarian dietary patterns, promote an increase in the number of beneficial bacteria, while diets abundant in animal fats and proteins contribute to the development of potentially harmful bacterial populations. General Objective: To review the existing literature on the effects of vegetarian diets on intestinal microbial composition and their impacts on human health. Methodology: An integrative review was carried out with searches in the virtual scientific repositories, PubMed and VHL, selecting nine studies published between 2016 and May 2025. Results and Discussion: There was a greater abundance of beneficial bacteria in vegetarians, such as Faecalibacterium prausnitzii and Roseburia spp., associated with the production of short-chain fatty acids (SCFAs) and better metabolic and inflammatory markers. However, the variations in microbial diversity observed&#13;
in some of the analyzed research were small, substantially affected by aspects such as lifestyle and individual nutritional intake. Conclusion: It is concluded that vegetarian diets favor intestinal health and have the capacity to contribute to the prevention of chronic noncommunicable diseases. However, more extensive, longitudinal research with standardized methodologies is needed in order to validate these findings and better understand the mechanisms involved, in order to improve scientific knowledge and support the adoption of healthier and more ecological dietary patterns. Key-words: Vegan diet. Vegetarian diet. Gut microbiota. Gut microbiome. Gut flora.
Orientador(a): Prof. Me Daniela Fortes Neves Ibiapina.
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<pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Ansiedade e alimentação:</title>
<link>https://web.unifsa.com.br/xmlui/handle/123456789/122</link>
<description>Ansiedade e alimentação:
SILVA, Mayara Morais da; CALDAS, Daniele Rodrigues Carvalho
RESUMO: A Ansiedade é um dos transtornos mentais mais prevalentes e multifatoriais daatualidade, influenciada por fatores biológicos, psicossociais e ambientais. Evidências&#13;
recentes sugerem que os padrões alimentares e a qualidade da dieta exercem papel relevante na modulação de vias neuroendócrinas, inflamatórias e metabólicas relacionadasà saúde mental. Assim, o presente estudo teve como objetivo analisar as principais evidências científicas sobre as conexões entre alimentação, nutrientes específicos, microbiota intestinal e sintomas de ansiedade. Para isso, realizou-se uma revisão narrativa da literatura, abrangendo artigos publicados nas bases PubMed, SciELO e Google Scholar. Foram incluídos 21 estudos que abordavam a relação entre qualidade da dieta, nutrientes ou microbiota intestinal e manifestações ansiosas em adultos. Os resultados indicam que padrões alimentares saudáveis, ricos em alimentos in natura e minimamente processados, apresentam associação consistente com menor prevalência de ansiedade, enquanto a dieta ocidental caracterizada por ultraprocessados, açúcares simples e gorduras saturadas está relacionada a maior risco emocional. Nutrientes como vitaminas do complexo B, magnésio, zinco, antioxidantes e ômega-3 mostraram influência nos sistemas neurotransmissores e na modulação do estresse. Além disso, a literatura evidencia que a microbiota intestinal desempenha papel central no eixo intestino-cérebro, influenciando processos inflamatórios e neuroquímicos. Conclui-se que a alimentação representa componente importante no manejo complementar da ansiedade, embora mais estudos clínicos sejam necessários para confirmar causalidade e estabelecer protocolos específicos.Palavras-chave: ansiedade; alimentação; nutrientes; microbiota intestinal; saúde mental.Abstract: Anxiety is one of the most prevalent and multifactorial mental disorders today,influenced by biological, psychosocial, and environmental factors. Recent evidence suggeststhat dietary patterns and diet quality play a relevant role in modulating neuroendocrine, inflammatory, and metabolic pathways related to mental health. Thus, the present study aimed to analyze the main scientific evidence on the connections between diet, specific nutrients, gut microbiota, and anxiety symptoms. To this end, a narrative literature review was conducted, encompassing articles published in the PubMed, SciELO, and Google Scholar databases. Twenty-one studies addressing the relationship between diet quality, nutrients, or gut microbiota and anxious manifestations in adults were included. The results indicate that healthy dietary patterns, rich in whole and minimally processed foods, show a consistent association with a lower prevalence of anxiety, while the Western diet characterized by ultraprocessed foods, simple sugars, and saturated fats is related to a higher emotional risk. Nutrients such as B vitamins, magnesium, zinc, antioxidants, and omega-3s have shown influence on neurotransmitter systems and stress modulation. Furthermore, the literature shows that the gut microbiota plays a central role in the gut-brain axis, influencing inflammatory and neurochemical processes. It is concluded that diet represents an important component in the complementary management of anxiety, although more clinical studies are needed to&#13;
confirm causality and establish specific protocols.Keywords: anxiety; diet; nutrientes; gut microbiota; mental health.
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<pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Estratégias nutricionais e fitoterápicas para alívio de ondas de calor em mulheres na menopausa</title>
<link>https://web.unifsa.com.br/xmlui/handle/123456789/121</link>
<description>Estratégias nutricionais e fitoterápicas para alívio de ondas de calor em mulheres na menopausa
SANTOS, Sarah Thailine Silva dos; LANDIM, Liejy Agnes dos Santos Raposo
RESUMO: O Climatério e a menopausa são fases naturais da vida da mulher, marcadas&#13;
por profundas mudanças biológicas e flutuações hormonais, como a redução na síntese&#13;
de estrogênio e progesterona, que culminam na cessação permanente da menstruação.&#13;
Essas alterações podem vir acompanhadas de sintomas vasomotores, como as ondas&#13;
de calor (fogachos), que afetam significativamente a qualidade de vida, desencadeando&#13;
distúrbios do sono e fadiga. A Terapia de Reposição Hormonal (TRH) apresenta limitações e contraindicações, aumentando o interesse por abordagens naturais. Diante disso, este estudo teve como objetivo analisar as estratégias nutricionais e fitoterápicas direcionadas para aliviar os sintomas da menopausa, com foco nas ondas de calor, frisando a importância dessas abordagens para promover saúde e bem-estar. Trata-se de uma Revisão Narrativa da Literatura Científica, com busca sistemática nas bases de dados PubMed, SciElo e Google Acadêmico, incluindo estudos publicados entre 2020 e 2025 que abordassem o uso de fitoterápicos e/ou estratégias nutricionais no manejo das ondas de calor.Palavras-chave: menopausa; climatério; ondas de calor; nutrição; fitoterapia. Abstract: Climacteric and menopause are natural phases in a woman’s life, marked byprofound biological changes and hormonal fluctuations, such as the reduction in estrogen and progesterone synthesis, which culminate in the permanent cessation of menstruation. These changes may be accompanied by vasomotor symptoms, such as hot flashes, which significantly affect quality of life, triggering sleep disturbances and fatigue. Hormone Replacement Therapy (HRT) has limitations and contraindications, increasing the interest in natural approaches. Therefore, this study aimed to analyze the nutritional and phytotherapeutic strategies directed at alleviating menopausal symptoms, focusing on hot flashes, emphasizing the importance of these approaches to promote health and well-being. This is a Narrative Review of Scientific Literature, with a systematic search in the PubMed, SciElo and Google Scholar databases, including studies published between 2020 and 2025 that addressed the use of phytotherapy and/or nutritional strategies in the management of hot flashes. Keywords: menopause; climacteri; hot flashes; nutrition; phytotherapy.
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<pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Neuropatia de fibras finas por deficiência de vitaminas do complexo b</title>
<link>https://web.unifsa.com.br/xmlui/handle/123456789/120</link>
<description>Neuropatia de fibras finas por deficiência de vitaminas do complexo b
PEREIRA, Jurandi Luiz; BEZERRA, Keila Cristiane Batista
RESUMO: A Neuropatia de Fibras Finas (NFF) é considerada uma síndrome neurológica&#13;
que afeta o sistema nervoso periférico agredindo as fibras nervosas de pequeno calibre,&#13;
provocando alterações da sensibilidade térmica e dolorosa, cujas queixas mais comuns são&#13;
ardência, formigamento, dormência, choque elétrico e alodinia; tendo como fatores plausíveis&#13;
a carência de nutrientes neuroprotetores, como vitaminas B1, B6 e B12, que são protetoras&#13;
do sistema nervoso central e periférico. A carência dessas vitaminas pode provocar danos&#13;
nas pequenas fibras; mas não é a única causa determinante e exclusiva da neuropatia de&#13;
fibras finas, pois a agressão progride e termina agravando as fibras grossas configurando-se&#13;
numa polineuropatia sensório-motor. Neste estudo, foram verificados os tipos específicos&#13;
de vitaminas do complexo B que estão associados à neuropatia de fibras finas e evidências&#13;
clínica sobre a eficácia da sua suplementação no manejo terapêutico; e discutidas estratégias&#13;
nutricionais para a prevenção e/ou atenuação da dor neuropática. Dos estudos publicados&#13;
e incluídos no estudo, concluiu-se que as vitaminas em questão, atuam como coenzima&#13;
protegendo os nervos periféricos do estresse oxidativo que podem agredir as fibras nervosas&#13;
finas; sendo, portanto, recomendado seu uso terapêutico como auxiliar na prevenção e no&#13;
tratamento desse tipo de doença.Palavras-chave: “neuropatia de fibras finas”, “neuropatia de pequenas fibras”, “vitaminasdo complexo B”, “neuroproteção”, “dor neuropática” e “neuropatia e nutrição clínica”ABSTRACT: Small Fiber Neuropathy (SFN) is considered a neurological syndrome affecting theperipheral nervous system, damaging small-caliber nerve fibers and causing alterations inthermal and pain sensitivity. The most common complaints are burning, tingling, numbness,electric shock sensations, and allodynia. A plausible contributing factor is a deficiency inneuroprotective nutrients such as vitamins B1, B6, and B12, which protect the central andperipheral nervous systems. While a deficiency in these vitamins can damage small fibers,it is not the sole or exclusive cause of small fiber neuropathy, as the damage progresses&#13;
and eventually aggravates the large fibers, resulting in a sensorimotor polyneuropathy. This&#13;
study identified the specific types of B vitamins associated with small fiber neuropathy and&#13;
presented clinical evidence on the effectiveness of their supplementation in therapeutic&#13;
management. Nutritional strategies for the prevention and/or attenuation of neuropathic pain&#13;
were also discussed. From the studies published and included in this study, it was concluded&#13;
that the vitamins in question act as coenzymes, protecting peripheral nerves from oxidative&#13;
stress that can damage fine nerve fibers; therefore, their therapeutic use is recommended as&#13;
an aid in the prevention and treatment of this type of disease. Keywords: “small fiber neuropathy”, “small fiber neuropathy”, “B complex vitamins”,“neuroprotection”, “neuropathic pain”, and “neuropathy and clinical nutrition”
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<pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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