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<title>Bacharelado em Biomedicina</title>
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<dc:date>2026-07-16T08:16:57Z</dc:date>
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<title>Uma revisão de literatura</title>
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<description>Uma revisão de literatura
SILVA, Danna Crysthyna da; SOUSA, Maria Leticya Lima de
RESUMO: Destaca-se a importância da correlação dos biomarcadores inflamatórios e exacerbações pulmonares em pacientes com fibrose cística em uso de Azitromicina e Ibuprofeno. A fibrose cística é uma doença genética e crônica multissistêmica com uma melhora significativa em cuidados terapêuticos e avanço em novos medicamentos nos últimos anos, evidenciando um aumento na sobrevida dos pacientes na fase adulta. O estudo teve como objetivo analisar as variações e a correlação dos biomarcadores inflamatórios nas exacerbações pulmonares de pacientes com FC em tratamento com Azitromicina e Ibuprofeno. Realizou-se uma revisão sistemática descritiva-exploratória envolvendo 21 artigos publicados entre 2015 a 2025 nas bases de dados ScientificElectronic Library Online (SciELO), PubMed/MEDLINE, Ministério da Saúde, Acervo Saúde e ScieneDirect. Os resultados obtidos através dos artigos evidenciaram uma elevação dos biomarcadores inflamatórios indicando um alerta para a progressão da doença e uma melhora na função pulmonar dos pacientes ao utilizar Azitromicina e Ibuprofeno como uma forma de tratamento, auxiliando na diminuição das exacerbações pulmonares. Por fim, pode-se concluir a relevância no diagnóstico precoce da FC, bem como o uso correto dos medicamentos e realizar exames laboratoriais prévios para assegurar um tratamento mais seguro e eficaz ao paciente. PALAVRAS-CHAVES: Fibrose Cística; Azitromicina; Ibuprofeno; Exacerbações Pulmonares; Função Respiratória; Biomarcadores. ABSTRACT: The importanceofcorrelatinginflammatorybiomarkerswithpulmonaryexacerbations in cysticfibrosispatientsusingazithromycinandibuprofenishighlighted. Cysticfibrosisis a chronic, multisystemicgeneticdiseasewithsignificantimprovements in therapeuticcareandadvances in new medications in recentyears, demonstratinganincrease in patientsurvivalintoadulthood. Thisstudyaimedtoanalyzethevariationsandcorrelationofinflammatorybiomarkers in pulmonaryexacerbations in CF patientstreatedwithazithromycinandibuprofen. A descriptive-exploratorysystematicreviewwasconductedinvolving 21 articlespublishedbetween 2015 and 2025 in thedatabasesScientificElectronic Library Online (SciELO), PubMed/MEDLINE, Ministryof Health, Acervo Saúde, andScience Direct.The resultsobtainedfromthearticlesshowedanelevationofinflammatorybiomarkers, indicating a warningsignofdiseaseprogression, andanimprovement in pulmonaryfunction in patientsusingAzithromycinandIbuprofen as a formoftreatment, helpingtoreducepulmonaryexacerbations. Finally, it canbeconcludedthatearlydiagnosisof CF isrelevant, as isthecorrect use ofmedicationsandtheimportanceofperforming prior laboratoryteststoensuresaferand more effectivetreatment for thepatient. KEYWORDS: Cystic Fibrosis; Azithromycin; Ibuprofen; Pulmonary Exacerbations; Respiratory Function; Biomarkers.
Orientadora: Ma. Danielly Silva de Melo. Convidado: Lucas Rodrigues de Carvalho. Convidado: José Gomes da Silva Neto.
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<dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Incidência de sífilis congênita no estado do Piauí</title>
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<description>Incidência de sífilis congênita no estado do Piauí
FERREIRA, Jailson Mota; CARVALHO, Lucas Rodrigues de
RESUMO: A Sífilis congênita representa relevante problema de saúde pública no estado do Piauí e no Brasil. Objetivo: Identificar e analisar os casos de sífilis congênita no Piauí entre 2022 e 2024, verificando os fatores associados à sua ocorrência. Métodos: Estudo descritivo quantitativo, retrospectivo, realizado com dados secundários obtidos no DATASUS/SINAN. Foram analisadas as variáveis: faixa etária materna, raça/cor, escolaridade e tratamento do parceiro. Resultados: Foram confirmados 792 casos no período. Houve maior incidência em mulheres pardas (534 casos) e na faixa etária de 20 a 24 anos (31,1%). Apenas 23,59% dos parceiros realizaram tratamento. Baixa escolaridade materna esteve associada à maior ocorrência. Conclusão: A sífilis congênita persiste no Piauí associada à vulnerabilidade social, à baixa adesão do parceiro ao tratamento e a falhas na qualidade do pré-natal. Medidas integradas de educação em saúde, diagnóstico precoce e tratamento imediato com penicilina benzatina são estratégicas para o controle da transmissão vertical. Palavras-chave: sífilis congênita; transmissão vertical; saúde pública; Piauí; pré-natal.
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<dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Perfil epidemiológico da Hanseníase no Piauí entre os anos de 2020 a 2024:</title>
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<description>Perfil epidemiológico da Hanseníase no Piauí entre os anos de 2020 a 2024:
LOPES, Magda da Silva; UCHÔA, Maria do Socorro Guerra; FIALHO, Sônia Neres de Silva; RODRIGUES, Jairelda Sousa
RESUMO: A Hanseníase permanece como uma doença infecciosa com transmissãoativa no Brasil, em especial nas regiões Norte e Nordeste, onde os índicesde notificação ainda indicam situação hiperendêmica. Diante disso, esteestudo teve como objetivo analisar o perfil epidemiológico da hanseníaseno estado do Piauí entre os anos de 2020 e 2024. Partiu-se da seguintequestão-problema: quais características clínicas e sociodemográficaspredominam nos casos de hanseníase notificados no estado do Piauídurante o período analisado, e como essas informações contribuem paraavaliar a efetividade das ações de vigilância? A escolha do tema justifica-se pela permanência da hanseníase como agravo de relevância pública,pelo impacto das desigualdades sociais na distribuição da doença e pela necessidade de produzir subsídios que fortaleçam políticas regionais decontrole. Metodologicamente, trata-se de um estudo epidemiológico,quantitativo, ecológico, com base em dados secundários obtidos por meiodo Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS),analisando-se variáveis como sexo, idade, raça/cor, classificaçãooperacional, grau de incapacidade física e detecção em menores de 15anos. Os resultados indicaram predomínio de casos do sexo masculino,autodeclarados pardos, com alta proporção de casos multibacilares ediagnóstico tardio. Constatou-se ainda a persistência de notificações emmenores de 15 anos, revelando falhas no rastreamento de contatos e nainterrupção da cadeia de transmissão. Conclui-se que a hanseníase noPiauí apresenta um padrão associado a determinantes sociais eestruturais, exigindo estratégias intersetoriais que fortaleçam a vigilânciaepidemiológica, o diagnóstico precoce e a formação contínua das equipesde atenção primária. Palavras-chave: Hanseníase. Epidemiologia. Saúde pública. Desigualdade social. Sistema Único de Saúde.
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<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>A  Subnotificação das influenza A e B e suas consequências para a vigilância epidemiológica em Teresina (PI) após a COVID-19 (2019–2025)</title>
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<description>A  Subnotificação das influenza A e B e suas consequências para a vigilância epidemiológica em Teresina (PI) após a COVID-19 (2019–2025)
FONTOURA, Andréa; ARAUJO, Laysa; RODRIGUES, Jairelda Sousa
RESUMO: Entre as infecções respiratórias, a influenza destaca-se por sua rápida disseminação e pelo impacto desproporcional que causa em grupos vulneráveis. Falhas na vigilância desse agravo já existiam no Brasil antes do surgimento da COVID-19. Em Teresina (PI), os efeitos tornaram-se evidentes nos surtos de 2021 e 2022. O subtipo A(H1N1)pdm09 foi determinante para os casos graves, principalmente em razão da subnotificação dos casos de influenza A e B, o que comprometeu a vigilância epidemiológica de 2019 a 2025. Para a realização deste estudo, adotou-se um delineamento de revisão integrativa da literatura, de natureza qualitativa e caráter exploratório-descritivo, complementado pela consulta a dados secundários de domínio público obtidos pela internet, provenientes do SINAN (Sistema de Informação de Agravos de Notificação), OpenDataSUS/SIVEP-Gripe, DATASUS, SESAPI, FMS de Teresina e dos Boletins Epidemiológicos do Ministério da Saúde. No que diz respeito às notificações, a média em Teresina foi de 64,2 casos por 100.000 habitantes, abaixo dos 84,7 do Piauí e da média de 98,3 da região Nordeste. Em 2020, estimou-se que 76,8% dos casos efetivos não foram registrados, com a subnotificação superando 30% até 2024–2025. O sistema de monitoramento municipal ainda não se recuperou totalmente das interrupções causadas pela pandemia, o que compromete a detecção de surtos e o planejamento vacinal. Palavras-chave: vírus influenza humano; subnotificação; vigilância epidemiológica; COVID-19; informações em saúde. ABSTRACT: Influenza stands out among respiratory infections for its rapid spread and disproportionate impact on vulnerable groups. Surveillance gaps already existed in Brazil before the COVID-19 outbreak. In Teresina (PI), those effects became evident in the 2021 and 2022 outbreaks. Subtype A(H1N1)pdm09 was a key driver of severe cases, particularly due to underreporting of influenza A and B, which undermined epidemiological surveillance from 2019 to 2025. A qualitative, exploratory-descriptive literature review design was adopted, complemented by consultation of public-domain secondary data obtained online from SINAN (Health Notifiable Diseases Information System), OpenDataSUS/SIVEP-Gripe, DATASUS, SESAPI, FMS Teresina, and the Ministry of Health Epidemiological Bulletins. The average notification rate in Teresina was 64.2 cases per 100,000 inhabitants, below the state average of 84.7 and the Northeast regional average of 98.3. In 2020, an estimated 76.8% of actual cases went unrecorded, with underreporting exceeding 30% through 2024–2025. The municipal surveillance system has not fully recovered from pandemic-related disruptions, impairing outbreak detection and vaccination planning. Keywords: human influenza virus; underreporting; epidemiological surveillance; COVID-19; health information systems.
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<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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